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Choices!

Ser Dana, não é nada fácil. Ser Dana é ter diversos segredos, alguns não tão importantes, outros muito importantes. Ainda mais considerando que um desses segredos, foi uma negociação para que o cara que você gosta seja libertado de uma gang da pesada de Faerie.

Se vocês acreditavam que na continuação de Glimmerglass, Dana iria ter um pouco de descanso e chance de respirar… pense de novo e prenda a respiração para aguentar tudo o que vem por ai.

Shadowspell

Fairiewalker triology book 02

Jenna Black

Editora: Universo dos Livros

Magia, ilusão, ameaças…

Dana descobrirá o preço da liberdade

O reino de Avalon nunca mais será o mesmo. Um grupo de caçadores bárbaros liderados pelo poderoso Erlking está a caminho do reino e promete causar a destruição total do único lugar em que humanos e feéricos convivem em harmonia.

Porém, nem tudo está perdido. Dana Hathaway, uma faeriewalker com a capacidade rara de viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia ao reino de Faerie, é obrigada a selar um pacto sombrio com o Erlking, que pode colocar a perder todos os seus poderes, deixando-a vulnerável perante um inimigo sedutor.

Magia, sedução e muito suspense estarão presentes na vida de Dana, que nunca mais será a mesma…

“O ar se tornou denso ao meu redor, mais difícil de respirar, e mal consegui conter a vontade de esfregar os braços para dissipar o formigamento. Era como se patinhas de ratos estivessem subindo e descendo pela minha pele; a sensação estava mais intensa do que nunca. Apesar de costumeiramente eu atingir as notas altas, naquele instante eu patinava, às vezes a voz saía aguda, às vezes grave enquanto eu tentava me controlar.

Eu sabia que aquilo era um progresso. A magia que me cercava estava mais forte do que nunca, e tinha atendido mais rápido ao meu chamado. Agora só restava descobrir como convencê-la a fazer alguma coisa.”

A vida de Dana em Avalon pode não ser exatamente o que ela esperava, e as vezes ela fica em dúvida sobre se foi bom ou não, porém, quando ela pensa em tudo que está acontecendo, em relação a sua mãe, seu pai, amigos. Ela não se arrepende totalmente. Mas como sempre na vida de Dana, nada é tão simples, ela tenta ter um relacionamento amigável com o Ethan, mas é difícil, ainda mais com a atração que existe entre eles, e na maneira que ele faz ela se sentir. Só que, Dana tem medo…

“E se eu soubesse o que era bom para mim, as coisas continuariam desse jeito.”  Dana

Então algo acontece, um grupo de caçadores de Faerie vem para Avalon, e tudo muda. Tudo mesmo. A vida protegida de Dana é levada a novo nível, ela é isolada, e suas sombras intensificadas. Tudo por acreditar que estes caçadores estão atrás dela.

“Era como usar um canhão para matar uma mosca.” Dana

Acontece que esses caçadores são chamados de Caçadores Bárbaros, e liderados por um imortal, que já teve a cabeça cortada e ele somente a colocou no lugar, chamado Elrking suspira e baba.

Voltando a Dana, a “prisão” a qual ela foi submetida não é infalível, assim ela dá suas escpadelas, mas nem todas acabam de uma forma, digamos, muito boa. E em volta a tudo isso, ainda tem o Ethan, Keane, sua mãe e seu pai. E, sem esquecer, o Erlking. Quem acaba manipulando situações para conseguir exatamente o que ele quer, e dando certo. As coisas dão certo para o Erlking, mas não para Dana, nem para o Ethan e Keane.

Ah! E claro, Dana descobre um “segredo” de seu pai, e no momento em que Dana faz uma loucura para salvar Ethan, que como comentei cai nos planos de Erlking e se torna um caçador, ela tenta salvar esse “segredo” do seu pai também. Mesmo com um preço bem alto aí. E, não esqueçam que ainda existem pessoas que tentam matar a Dana.

Isso sem contar com o elemento surpresa dela, que surpreende até mesmo a  ela.

Assim, escolhas feitas, consequências a serem seguidas. A diferença é que certas coisas começam a ser resolver para Dana, e ela passa a enfrentar e viver, não desistindo de ninguém e se dando um chance de ser feliz. Sabendo que aproveitou o máximo.

“Talvez eu não fosse tão realista como gostaria de acreditar.” Dana

Certo.

A continuação das aventuras de Dana são… uau!

O livro inteiro me tirou o folego, e não consegui largar. Ele é cheio de ação, romance, suspense, e Dana.

Em minha opinião a Dana é tão real que dói. Consigo sentir o que ela sente, seus temores, alegrias e desejos. Ela ao longo desse livro vai amadurecendo, tendo de aprender com escolhas erradas e suas consequências. Mas, admiro cada vez mais a coragem desta garota. A vontade e determinação dela.

Alguns dramas dentro da trama se mantem no mesmo patamar, principalmente no caso da mãe dela. Admiro a forma como a Jenna Black está tratando a questão da Dana e sua mãe, que é alcoólatra, e o peso disso na relação entre elas. A vontade e necessidade que Dana tem, em ter sua mãe sóbria, como uma mãe, sendo a madura a responsável. Algo que Dana acaba buscando como um reflexo na relação com o pai. Em outras palavras, Dana quer ser cuidada, quer ter a chance de agir como uma adolescente normal. Até que Dana percebe que algumas coisas só ela poderá cuidar e ser responsável e que as vezes assim é melhor.

Algo que chamou muito a minha atenção no livro foi o amadurecimento do Ethan. Claro que se levar em consideração tudo o que aconteceu com ele durante a trama, é super compreensível, porém ele dá sinais antes, mesmo que em uma tentativa falha. É admirável. Admito que não gostava nem um pouco dele no primeiro livro, agora, comecei a gostar, mas ainda não me convenceu de que ele merece a Dana. Só que ele está no caminho certo, mesmo que como resultado  de acontecimentos não tão agradáveis, é só um passo de uma longa caminhada, e o melhor de tudo, se esforçando para isto.

Já o Keane me surpreendeu, não de forma tão boa. Ele foi um tanto imaturo em diversos momentos,  mas ninguém é perfeito. A Kimber tem seus altos e baixos, mas continua sendo uma fofa que eu adoooro. E obvio, o Finn, continua sendo meu marido lindo e gostoso. LOL

Dois personagens novos me surpreenderam, com sua complexidade e contexto. O Elrking e o Connor. O Erlking é o típico bad-boy delicioso e verdadeiramente perigoso, manipulador que sempre consegue as coisas como ele quer. O Connor, não tem nenhuma fala, mas só a existência dele, e todas as implicações dessa existência, desde sua origem, são suuuuuuper complexas.

A Jenna Black me surpreende mais uma vez com toda a trama, personagens e história. Jenna, sou sua fã! O livro é impressionante e viciante! E para mim, ela criou o vilão mais irresistivel, gostoso, gato, lindo e alpha de todos os tempos!

Agora vou voltar a leitura de Sirensong.

Ah! Antes que esqueça, esta música me lembra a Dana, de diversas formas. Tanto nela com o Ethan, com o pai, com a mãe e com o contexto geral da trama.

Outra coisa, as capas! A Universo está de mega parabéns pela capa brasileira a maior, que é linda demais, e me apaixonei por ela, eu vejo a Dana ali!

Beidjo da Mads.

OCEC!

“É como quando se rasga um pedaço de papel em dois: por mais que se tente, a emenda nunca se encaixa exatamente de novo. É o que não se consegue ver, aqueles pedacinhos minúsculos que são perdidos ao rasga-lo, e sua ausência, que impedem que tudo fique completo novamente.” McLean Sweet.

O que aconteceu com o adeus

Sarah Dessen

Dois anos, quatro cidades diferentes. A vida de Mclean anda assim. Mclean não se importa com isso. Cada nova cidade é a oportunidade de mudar e de tentar ter outra persona. Cada local diferente traz uma oportunidade para ela se reinventar. A garota insolente e alegre. A rainha do drama. A menina disposta a agradar a todos. Desde o divórcio complicado dos pais, ela e o pai se mudam muito, deixando o passado infeliz para trás. Mas o que ocorre aqui em Lakeview, onde ela vem criando raízes,fazendo amigos e apenas tentando ser alguém que ela não é há muito tempo: ela mesma? Teria Dave algo a ver com isso? Ele é a pessoa mais sincera que a Mclean já conheceu. Mclean precisa de tempo, antes que esteja na hora de mudar-se novamente. Tempo para conhecer Dave de perto…ou para confirmar que perdeu a fé nos relacionamentos entre as pessoas.

Eu simplesmente AMOOO os livros da Sarah Dessen. Desde o primeiro que li, eu me encantei tanto com as tramas que ela cria, os personagens, com tudo. Então, eu admito que fazer resenhas de livros dela para mim, é algo difícil.

Falando em O que aconteceu com o adeus:

A protagonista McLean, é intensa. O livro se passa em torno da transformação dela em relação a vida dela depois do divórcio dos pais, um divórcio conturbado e que acabou se tornando público. Aquele momento do divórcio impactou ela de uma forma tão grande que ela entrou em uma crise interna que levou tempo para ser resolvida. Mas algumas coisas ficaram muito claras, como ela culpar a mãe pelo divórcio, por mostrar a ela que tudo o que ela sempre imaginou como uma família ‘perfeita’ não existia. Tudo dizia que McLean deveria ficar com a mãe, mas ela não queria nem podia, ela precisava estar com o pai. Deixa-lo era como deixar a uma parte de si, assim ela foi com ele, depois de uma batalha judicial muito drama, claro.

 O pai de McLean é um consultor para um investidor que compra restaurantes, assim em dois anos, McLean morou em quatro cidades. Ela não fica mais que seis meses em um lugar, nem se apega muito, e obviamente, deixou de acreditar em relacionamentos. Em cada cidade ela é um pessoa diferente, alguém que ela projeta e não tem furos. Assim, deixando para trás todo o passado, até chegar a Lakeview.

Ali ela não tem tempo de criar alguém, situação a levam e ela acaba sendo ela mesma. Nesta cidade McLean começa a lidar com tudo aquilo que ela fugia, as coisas passam a acontecer de forma a acrescentar ela em si, não uma personagem criada por ela. A maior diferença é que eles a conhecem por seu nome, é perto de Tyler a cidade onde ela sempre viveu, a cidade respira basquete, assim como a maioria de seus moradores. Ali o passado e presente de McLean se cruzam, e diversas coisas que ela antes considerava certas passam a ser questionadas, principalmente pela convivência com aqueles que se tornam seus amigos, Dave, Deb, Riley, Ellis e Heather. Porém as  pessoas que mais a levam a se questionar são, Dave, Deb e Riley.

Dave o carinha que a salva de uma baita encrenca logo que ela chega na cidade, e vai se tornando uma presença constante, não só por ser seu vizinho, mas por sua importância para ela. O conflito que McLean tem consigo mesma, durante boa parte do livro em relação a ele, são reflexos do seu passado, dos seus medos e também uma forma de se proteger. E também, aquele por quem ela percebe que vale a pena lutar, aquele que sempre estará presente, aquele que a fez abrir os olhos para as oportunidades. Deb e Riley são opostos, mas cada uma, a sua maneira ajudam McLean nessa transformação.

Os constantes desentendimentos com a mãe, e a fuga de McLean dela, também é algo que vai se transformando durante a trama, com o crescimento delas. Falo delas, pois não é só McLean que amadurece neste relacionamento Mãe-filha, pois no fundo as duas sempre quiseram a mesma coisa, porém a forma como cada uma tentava alcançar isto da outra geravam constates brigas.

O relacionamento de McLean com o pai é muito bonito, com uma cumplicidade tão grande. Os dois vivem um pelo outro, um é o alicerce do outro. Até que ambos amadurecem e passam a ter rumos diferentes, mas quando estão prontos para isto.

Outros personagens importantes são além dos citados; o padrasto e Opal. E todos eles, cada um de sua forma, sendo um ponto, uma linha, um pilar, nesta transformação nela. Super necessários e importantes mesmo que ela não perceba isto. Até o momento em que a barragem interna dela se rompe, dando inicio a uma nova fase. Esta nova fase é repleta novas oportunidades e de uma continuidade, fazendo com que McLean possa criar raízes, o que para ela é algo inesperado, mas muito bom.

“Lar não era uma casa montada, ou apenas uma cidade no mapa. Era qualquer lugar onde as pessoas que te amam estão, sempre que vocês estão juntos. Não um lugar, mas um momento e depois outro, construídos sobre o outro como tijolos para criar um abrigo sólido que você leva consigo a sua vida inteira, onde quer que esteja.” McLean

A trama em toda é linda, teve momentos em que realmente, me emocionei, trazendo uma certa umidade nos meus olhos. E o mais engraçado foi que uma personagem de outro livro (A caminho do verão), Heidi, aparece nesse unindo um pouco as histórias.

O nome do livro é algo a parte, totalmente a ver com tudo. Ainda mais considerando que McLean sempre que deixava uma cidade para a outra sem se despedir das pessoas, só desaparecendo de um lugar para aparecer em outro. Aí quando ela sai de uma cidade antes de Lakeview, ela deixa para trás um ‘rolinho’ e ele vai e pergunta para ela através de uma rede social, “O que aconteceu com o adeus?”. No final do livro, ela descobre o que aconteceu com ele. Só que eu nãããão vou contar.

Comoooooooooo vocês devem ter percebido, eu AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI o livro!

Teve momentos em que eu gargalhava sozinha, outros em que eu queria chorar, ou que queria entrar no livro e dar um tapa na cara da McLean e berrar “ACORDA SUA LESA!”. Mas no final, eu tive muito o que pensar sobre o livro, ele é lindo, tocante e maravilhoso. O tipo de livro que em momentos super banais você vai parar e vai lembrar, ou então vai acontecer algo com você que lembra o livro. Esse livro é perfo! A Sarah Dessen é diva perfa!

Nota um zilhão para ele.

Ah, e um detalhe é a capa, que além de ser linda, também é totalmente diva sendo verde limão.

Parabéns Sarah Dessen por mais um livro master! E parabéns iD pela publicação dele no Brasil.

Beidjo da Mads.

Obs: o titulo do post tem tudo a ver com o livro e abreviações que existem nele. Esta no caso significa O Céu Está Caindo OCEC, e o pai de McLean vive usando com ela, como um código sobre situações tensas.

Avalon welcomes you…

Como seria passar 16 anos de sua vida se considerando: normal, tediosa, não lá muito bonita, e sendo obrigada a amadurecer mais rápido, até que decide que “CHEGA!” e vai atras do pai, até então desconhecido e que não sabia de sua existência. Assim, de repente sua vida fica de cabeça para baixo, descobre que você é como uma arma super poderosa e que todos querem um pouco de você, ou sua cabeça.

Bem vindos a vida de Dana Stuart ops Hathaway.

GLIMMERGLASS

Fairiewalker triology book 01

Jenna Black

Editora BR: Universo dos livros

Editora US: St. Martin’s Press

Quando o mundo real é o de magia se cruzam…

Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros quando decide que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia a cidade de Faerie.

Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e da família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance… Até ter uma.

Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confi ar, muito menos se sua vida um dia voltará a ser normal.

Acreditem quando eu digo que a Dana não é uma coitada, muito menos digna de pena por mais que a gente sinta isso por ela, pois esta garota é incrível, forte, linda, engraçada, determinada, guerreira, inteligente, enfim uma super heroína mega diva.

A vida de Dana muda totalmente quando ela vai para Avalon atrás do pai, em busca de uma vida normal, ou algo próximo a isso, onde alguém cuide dela e ela possa ser o que ela é, uma adolescente. Só que isso não acontece e mal coloca os pés em Avalon e se ve sem saber ou entender o motivo envolvida em trama política e de poder.

Em menos de 48 horas ela conhece sua tia, fica sabendo que o pai foi preso, é sequestrada, salva por um “herói” super gato e sua irmã mal humorada ambos feericos, é atacada por monstros, começa a se interessar por esse “herói”,  é escondida na casa da irmã do “herói”, descobre que ela é super legal, conta seu maior segredo até então para ela, começa a ficar amiga de verdade dela, depois tem de se esconder de novo em outro lugar, sozinha com o “herói”, acaba nos braços dele mesmo achando que não é boa o suficiente para ele e mesmo tendo escutado a irmã dele falar o quanto ele é galinha e blábláblá, ela começa a se apaixonar por ele,  ele magoa ela, ela foge, muda de esconderijo, descobre que seu “salvamento” não foi bem isso.

Mas não acaba nas 48 horas, continua…

Ela conhece o pai, ela descobre quem é o pai do “herói”, ela se sente usada; traída; enganada; boba; magoada e quase apaixonada por ele, e ela não se sente só assim por causa do “herói”, mas pela irmã dele também.  Só que não acaba por aí, o pai descobre outro novo segredo dela, que foi o “herói” que apresentou, aí ela é obrigada a ter uma sombra, ela é obrigada a sair de casa com ele, tem seu coração quebrado escutando algumas verdades, fica mais magoada, tenta dar uma chance e retomar a amizade com a irmã do “herói”, sofre um super atentado, que faz com que ela se sinta vulnerável e decida ter aulas de defesa pessoal com um professor pouco mais velho que ela, ultra arrogante, super metido, chato e mega LINDO.

Mas obviamente se tá ruim, ainda pode piorar… porém, vou parar por aqui, senão será spoiler demás! Contudo, irei liberar alguns pensamentos e falas da nossa amada Dana.

“Se um raio me atingisse e me matasse naquele momento, eu até que ficaria feliz.”

“Por um instante pensei que ele iria me abraçar; fiquei tensa. Na verdade não sou do tipo de pessoa que toca os outros nem nos melhores momentos, e aquele não era um deles.”

“-Quer dizer que quer mesmo que eu lhe dê uma cabeçada? – perguntei incrédula.

-A menos que queira passar o resto do dia fazendo amizade com o carpete.”

“Acreditei nele. Claro, também acreditei nele antes, portanto meu discernimento era questionável.”

“-Não tente me dizer o que eu sinto ou penso.”

OOOOOOOOOOOOOOOOK! Em poucas palavras…

AMEI, MORRI, VICIEI!

A Jenna Black é incrível, o mundo que ela nos apresenta em Glimmerglass é mais do que mágico, delicioso, maravilhoso, ele é absoluto!

Eu resisti demais a ler o livro, não sei bem o motivo; talvez por saber que seria uma triologia e ainda não tinham saido ou outros, mas depois que li o primeiro capitulo… não consegui mais parar! Tanto o cenário, a trama, os personagens me encantaram, me viciaram.

A complexidade da Dana é tão deliciosa, tão real, que é quase como se a Dana fosse uma parte de cada leitor. A gente sofre com ela, se diverte, chora, ri, teme, surta, luta, tudo com ela. De protagonista de YA de fantasia, a Dana está lado a lado com a mais kickass, badass, e amada além de preferida e referencia Rose Hathaway acho que ela são primas! go team hathaway! O crescimento da Dana no livro é totalmente perceptível mas claro! com tudo que ela tem de enfrentar. Uma ótima protagonista, preferida de certeza junto com a  Rose. Jenna, no futuro ela pode ser minha filha?

Outros personagens que chamaram muito a minha atenção huh, quase todos 😐 :

  • Kimber: super forte, inteligente, linda, amiga, mas com diversas questões delicadas, como a sensação de inferioridade em relação ao irmão gente… ela é a irmã do herói!, o ciume dele por motivos totalmente aceitáveis e compreensíveis,  além da magoa em relação ao pai, muito mais que compreensível, ainda mais tendo um irmão com um super ego. Eu amei ela tanto quanto a Dana, acho que ela deve e terá mais espaço, ou uma spin-off só dela, mas não coisa pequena, coisa grande! Já que existe uma prequel que se passa antes de Glimmerglass onde ela é a protagonista e nos ajuda a entender um pouco mais o motivo dela e o irmão terem uma relação complicada.
  • Keane: o professor arrogante, metido, lindo, e gostoso de defesa pessoal. O badboy da história ou até o momento, ele tem muuuuuita coisa a nos apresentar ainda, e creio que terá mesmo!
  • Ethan: o herói arrogante, egocentrico, riquinho, metido, convencido e tudo bem assumo, lindo! Que quase se redimiu comigo no final do livro quase!, só que eu ainda não sei se eu amo ou odeio ele.
  • Finn: por último e não menos importante, eu apresento a você o meu marido, e sim eu sei que ele não pode casar, mas eu vou convencer ele a isso! a sombra de Dana, seu guarda costas. Super complexo, quase hilário, lindo baba, super baba nele, MAS TIREM OS OLHOS SUAS ZOIUDAS! ELE É MEU! MEEEEU!

Claro que tem a mãe e o pai da Dana, mas eles são um caso a parte, ainda não consegui compreender eles muito bem, por mais que dá para perceber que os dois amam muuuuuuuuuuuuuuito ela, e são super importantes e tem parte no que faz a Dana ser quem é.

AH! Quase esquecendo, a Dana é única! Uma arma como eu já falei de lingua afiada, rebelde, fofa, com poderes mega únicos. A única faeriewalker existente, assim tem um preço por sua cabeça… maaaaaaaas tem mais algo que ninguém sabe, pois se souberem, as coisas vão complicar ainda mais.

Enlouqueci tanto com o livro que tiiive de comprar o segundo, Shadowspell, mas que só vou ler quando tiver o Sirensong em mãos, senão quando terminar o Shadow vou meio que enlouquecer todos a minha volta. Folks! Segundo a Universo dos livros, o Sirensong sai mês que vem! TODOSSURTAM!

Caso não tenham percebido… SUPER indico!

Beidjo da Mads.

Malice

Certas amizades, agregam, ajudam, alegram, outras… prejudicam, ameaçam, magoam… matam.

“Um thriller psicológico e sexy, brilhantemente construído.” – The Wall Street Journal

“Essa trama sobre rivalidade leva a crueldade a novos limites.” – The Independent

“Sentimentos tão eternos quanto universais com os quais todos se identificarão.” – L´Express

Bela Maldade

Rebecca James

titulo orginal: Beautiful Malice

Editora BR: Intrinseca

Após uma horrível tragédia que deixou sua família, antes perfeita, devastada, Katherine Patterson se muda para uma nova cidade e inicia uma nova vida em um tranquilo anonimato. Mas seu plano de viver solitária e discretamente se torna difícil quando ela conhece a linda e sociável Alice Parrie. Incapaz de resistir à atenção que Alice lhe dedica, Katherine fica encantada com aquele entusiasmo contagiante, e logo as duas começam uma intensa amizade.

No entanto, conviver com Alice é complicado. Quando Katherine passa a conhecê-la melhor, percebe que, embora possa ser encantadora, a amiga também tem um lado sombrio. E, por vezes, cruel. Ao se perguntar se Alice é realmente o tipo de pessoa que deseja ter por perto, Katherine descobre mais uma coisa sobre a amiga: Alice não gosta de ser rejeitada…

Palavras que poderiam descrever sensações e sentimentos que tive enquanto lia:

agonia, tristeza, indignação, raiva, ira, felicidade, mais tristeza e ira, alivio, e uma que eu não sei explicar, é meio que aceitação.

O livro me surpreendeu, me prendeu. Cruel, muito, muito, muito cruel.

Toda a trama me agradou, mas, é como um tapa gigantesco. “Assistir” tudo o que Alice é capaz, foi o pior de tudo, tinha momentos em que eu me obrigava a largar o livro, porque ele fazia com que entrasse tanto na história, que se não largasse, seria algo um tanto cruel comigo. Pensar que realmente existem pessoas capazes de fazer o que Alice fez, me assusta. A palavra que pode defini-la seria auto destrutiva. Tem momentos em que ela rompe tanto com a realidade que acaba fazendo coisas que não machucam só a outros, mas à ela, tudo para conseguir o que ela quer. Vingança, venedetta. Ela é tão liquida, fluida , mudava muito rápido, instável, traiçoeira.

Não, eu NÃO, gostei dela. Minha opinião é que ela é uma usurpadora que usa e abusava das pessoas quando bem entende , uma perfeita vaca que não se importa com ninguém, além de louca surtada, psicopata, que rompeu com a realidade, bipolar, cruel, com um instinto assassino.

Na trama aborda temas, pesados, difíceis, delicados, de uma forma quase homeopática.

A tragédia vivida pela familia da Katherine, marcou tanto ela, que é  necessário uma nova quase tragédia para que todos acordem, despertem e lembrem que a vida não acabou. O que aconteceu foi horrivel, irá ficar para sempre marcado na vida deles, principalmente na da Katherine, mas eles tem o direito de continuar a viver.

Esse é basicamente o principal ponto do livro, o retorno a vida, esse despertar. O qual é focado na Katherine, mostrando toda a luta dela, em tentar aceitar creio que aceitar não seja a palavra correta, pois sinceramente, depois que vocês lerem o livro irão entender que não tem como aceitar, nem compreender o que aconteceu, o máximo que se pode fazer é conviver com isso, mas infelizmente eu não encontro outra palavra que se encaixe aí, compreender o que aconteceu, além da culpa. Carregar a culpa que ela carrega, não é fácil, imaginar todos os “se”s, a forma inicial que ela tem é de se fechar, se proteger. A Katherine pode ter feito muitas escolhas erradas, mas a necessidade que ela tinha de se sentir viva, vinha acima, ela precisava disso. Assim como ela precisava ser uma nova pessoa, deixar para tras aquela garota que ela foi antes da tragédia. Ser uma desconhecida com um novo começo. O passado em segredo.

“… Tenho meus segredos e aprendi que fazer perguntas só serve para me expor ao risco de ser interrogada também. É mais seguro não ser muito curiosa em relação aos outros, é mais seguro não perguntar.”

A forma como a James vai retratando todos os acontecimentos, intercalando, passado e presente, deixa o livro muito compreensivel, claro e lindo. O crescimento da Katherine, seus pais, Robbie, Mick como “pessoas” é nitido, além de ver os surgimento de verdadeiras amizades, o amor, o afeto, eu posso dizer que em minha opinião  é indescritível.  Lindo.

Quando terminei de ler fiquei em um estado de choque, pensando sobre tudo o que a James nos passa ali naquelas páginas, em tudo que ela nos faz sentir. Absurdamente delicioso.

Em algumas palavras…

Cruel. Assustador. Intrigas. Descobertas. Escolhas. Culpa. Chances. Vida. Amor. Ódio. Intrigante. Estigante.

 Um masterpiece.  Um must read.

SUPER indico!

Beidjo da Mads.

THE rule!

Toda garota sabe de algumas pequenas regras não escritas, mas estabelecidas em um código de honra, que é silencioso e aceito no momento em que amigas se dizem… melhores amigas. Mas e se o caso for diferente, e a sua amiga não souber que você está omitindo um fato muito importante, que você gosta do namorado dela. Que você o viu primeiro, que você falou primeiro com ele, que se ela não tivesse aparecido vocês estariam juntos. Só que você é um boa amiga, a doce e sempre presente, já ela é aquela que as leis falaram que é a melhor e que todos querem.

The Unwritten Rule

Elizabeth Scott

Sarah é a típica melhor amiga, a doce, não a líder. Brianna é sua melhor amiga, aquela que a salvou na pré escola da valentona. E tem Ryan.

Ryan o garoto que na oitava série convidou Sarah para o baile, mas que não pode ir pois teve de ir viajar por problemas familiares. E sua melhor amiga Brianna saiu falando que a Sarah na verdade não conseguiu dizer não para ele porque era muito legal, e claro, Ryan escutou. O negocio é que na verdade, Sarah queria ir com ele.

Alguns anos depois os dois ficam lado a lado de novo e voltam a ser falar. Agora com dezesste anos. Mas aí chega as férias de verão. Sarah some, e Ryan faz seus desenhos. Quando eles se reencontram em uma festa de despedida de verão. E uaaaaaaaaaaau o verão fez bem a ele. Então ali estão os dois, conversando, em um momento particular e intenso, quase se beijando e Brianna aparace e tudo muda. Brianna o carrega para fora da sala, e Sarah fica ali deixada, e depois quando eles voltam o show acontece e Brianna o marca ele como dela.

Sarah se esforça em aceitar, em tentar aceitar que aquele Ryan, que ela sempre gostou agora é de sua melhor amiga. Assim como aconteceu com outro garoto de quem Sarah gostou, Sam.

Sarah quer entender. Mas é difícil, a situação é complicada.

Brianna tem uma família problemática, pais que brigam por sua causa, mas que não a amam de verdade, e ela sente isso. Ainda mais com a quantidade de criticas que a mãe dela lhe dá.

Mas como tudo na vida, se complica ainda mais.

Seis semana depois de Brianna estar com Ryan, o acaso deixa ele e Sarah sozinhos no carro depois de uma festa que Sarah não queria ir, mas Brianna a arrastou. Quando ela decidiu ir embora, ele decidiu leva-la e Brianna pede que ela descubra o motivo dele estar estranho com ela. O que Sarah não faz, porque ela não consegue, e que cada vez está mais difícil esconder o que ela sente. Mas de repente ali naquela noite, no carro, as coisas tomam um novo rumo. Sarah e Ryan se beijam.

A luta interna de Sarah se torna quase um guerra, entre sua lealdade a sua melhor amiga e a vontade própria de seguir o coração dela. Ela tenta evitar ficar sozinha com os dois, mas o destino não deixa. Assim como não deixa que tenha só um beijo. Outro acontece, que marca uma nova batalha, e onde Sarah pode não estar sozinha.

E talvez seja o momento de ela ser ela mesma, custumiza tênis, doce, e se escutando mais. Mesmo sabendo que a verdade pode magoar e terminar sua amizade com Brianna, mesmo sabendo que ela no fundo não é a vaca que parece ser, que é traumatizada pela falta de amor dos pais.

É a vez dela deixar de ser a melhor amiga e ser ela, Sarah.

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É muito fácil se colocar no lugar de Sarah no livro. Com um família um tanto normal, pais que a amam, e seu jeitinho de ser.

A escrita da Scott é maravilhosa, única. Ela não suaviza a situação só para que seus leitores não odeiem algo.  Ela passa a situação com seu peso real. Foi o primeiro livro que li inteiro dela, e desde já digo que a admiro demais! Ela transforma situações que podem ser cotidianas em marcos nas vidas dos seus personagens.

A Sarah é linda! O Ryan, mesmo que as vezes eu quis mata-lo, é um foooooooooooooooofo delicioso de olhos azuis :3 . E a Brianna, uma vaca, mesmo que a situação dela seja complicada.

A personalidade de cada um deles é única. Sarah, doce, criativa, prestativa, amável, adorável, porém não acredita muito em si e tem a auto estima um pouco baixa. Em parte por causa da Brianna, que sempre a fez pensar que ela precisava  dela para ser alguém, como se Sarah não fosse nada sem ela. Até que Sarah decide lutar por algo que quer muito.

Ryan, fofo, tímido, lindo, criativo, prestativo, porém um tanto temeroso. Por ser tímido. Mas quando está com a pessoa certa, com aquele que ele ama, que ele estima, é protetor, cuidadoso e possessivo, de um boa maneira.

Briana, egoísta, narcisista, usurpadora, amável com quem quer, querida com quem precisa, possessiva, manipuladora, VACA! Dá para perceber que não gostei nem um pouco dela, mesmo que sua vida seja complicada e que tenha muitos medos que mantem em segredo. É uma manipular de primeira. Não, não gostei dela, porque suas atitudes ruins pesam muitos mais que as boas, e extremamente egoísta.

AMEI o livro, amei a Sarah. Mega indico!

Tenho ensinado que o amor é lindo e amável, mas nada é assim. Sim é lindo, mas é uma beleza terrível, uma impiedosa, e você cai, você cai, e a coisa é… é que você o deseja. Não importa o que veja, você só quer a quem seu coração bate.

Para quem quer saber, o outro livro dela que estava lendo era o Garota Morta Viva, mas não consegui, não aguentei. Digo que ele é cruelmente realista pelo tanto que li, e pode se dizer que uma obra prima literária pela forma que foi abordado o assunto.

Ah, sem contar que a Scott é um amor! Adoro ela. :3 Scott, you are amazing!

Beidjos.

Mads.